Maximiliano de Tebessa (c. 274–295) foi um jovem cristão do norte da África, filho de Fábio Vítor, ligado ao serviço militar romano. É o mais antigo objetor de consciência de que se tem registro documentado.
Obrigado a alistar-se no exército ao completar vinte e um anos, recusou-se diante do procônsul da Numídia, declarando que, sendo cristão, não podia servir como soldado nem portar a insígnia militar pagã. Apesar das pressões e das ameaças, manteve-se firme em sua recusa por fidelidade a Cristo.
Foi imediatamente condenado e decapitado, em 295. As atas de seu martírio, tidas por autênticas e antigas, conservaram seu diálogo sereno com o juiz. É venerado como mártir e tornou-se símbolo dos que, por consciência cristã, recusam a violência. É padroeiro dos objetores de consciência.