Balbina é venerada como virgem e mártir romana dos primeiros séculos, ligada à memória de São Quirino, tido por seu pai, também mártir. Seu nome está associado a um antigo cemitério e a uma igreja em Roma que lhe é dedicada.
Segundo a tradição, consagrou-se virgem a Cristo e, no tempo das perseguições, deu testemunho da fé até o martírio. Os detalhes de sua paixão chegaram envoltos em lenda, e pouco se sabe de certo além de sua veneração antiga na Igreja de Roma.
Seu nome permanece nas listas litúrgicas e numa basílica romana do Aventino. Como tantas virgens mártires das origens, Balbina é memória da consagração a Cristo selada pelo testemunho, sustentada pela oração das gerações.