Carlos Borromeu nasceu nobre, em 1538, e ainda jovem foi feito cardeal pelo tio Papa. Poderia ter levado vida cômoda na cúria — mas tornou-se o grande executor da reforma do Concílio de Trento, começando por reformar a si mesmo.
Como arcebispo de Milão, visitou cada paróquia da imensa diocese, fundou seminários para formar bons padres, criou a catequese para crianças e exigiu do clero a santidade que vivia. Na peste de 1576, ficou na cidade quando os poderosos fugiram, organizando o socorro e servindo os doentes pessoalmente.
Morreu exausto aos 46 anos. É padroeiro dos catequistas, seminaristas e bispos — modelo de pastor que reforma a Igreja reformando o próprio coração.