Agostinho Zhao Rong e companheiros são cento e vinte mártires da China, mortos entre 1648 e 1930, em diferentes ondas de perseguição, sobretudo na revolta dos boxers, em 1900. São sacerdotes, religiosos, leigos, catequistas e crianças, chineses e missionários estrangeiros.
Agostinho Zhao Rong, que dá nome ao grupo, era um soldado chinês encarregado de escoltar um bispo missionário ao martírio; tocado pela serenidade do prisioneiro, converteu-se, foi batizado, tornou-se sacerdote e, por sua vez, morreu mártir. Os demais deram a vida por se recusarem a renegar a fé ou a pisar a cruz, muitos sob torturas atrozes.
Canonizados em conjunto por João Paulo II no ano 2000, são memória da Igreja da China selada pelo sangue, testemunho de que o Evangelho lança raízes em toda cultura e povo, mesmo na perseguição.