Brígida da Suécia nasceu por volta de 1303, de família nobre. Casou-se e teve oito filhos — entre eles Santa Catarina da Suécia —, vivendo um matrimônio cristão exemplar e dedicando-se à educação dos filhos e às obras de caridade, já favorecida com revelações místicas.
Viúva, consagrou-se inteiramente a Deus, fundou a Ordem do Santíssimo Salvador — as brigidinas — e mudou-se para Roma, onde viveu o resto da vida em penitência, peregrinações e serviço aos pobres. Suas célebres Revelações, sobre a Paixão de Cristo e as misérias da Igreja, tiveram grande influência. Clamava incansavelmente pela reforma da Igreja e pelo retorno dos papas de Avinhão a Roma.
Morreu em Roma em 1373. Canonizada em 1391, é uma das padroeiras da Europa, proclamada por João Paulo II. É memória da esposa, mãe e viúva que se fez profetisa e reformadora.