A memória recorda, segundo uma antiga tradição, que Maria ainda menina foi levada por seus pais, Joaquim e Ana, ao Templo de Jerusalém, para ser consagrada a Deus e crescer em sua presença.
Mais que um episódio histórico, a festa celebra uma verdade do coração: Maria pertenceu inteiramente a Deus desde o primeiro instante. Sua vida foi, do começo ao fim, um "sim" total, um templo vivo onde o Senhor habitou.
Celebrada no Oriente e no Ocidente, convida cada cristão a também se "apresentar" e se oferecer a Deus, fazendo da própria vida um lugar de sua presença.