Maximiliano Kolbe, franciscano polonês, foi um apóstolo incansável da Imaculada: fundou a Milícia da Imaculada, editou revistas de tiragem enorme e missionou até no Japão — tudo "pela Imaculada", como dizia.
Preso pelos nazistas, foi levado a Auschwitz. Quando um prisioneiro fugiu, dez foram condenados à morte por inanição. Um deles, Franciszek Gajowniczek, lamentou a mulher e os filhos — e Kolbe deu um passo à frente: "Sou padre católico. Quero morrer no lugar dele".
No bunker da fome, sustentou os companheiros com orações e cantos até ser o último; morreu em 14 de agosto de 1941. João Paulo II o canonizou como "mártir da caridade", com Gajowniczek presente na praça.