Lourenço era um dos sete diáconos de Roma no séc. III, encarregado dos bens da Igreja e do cuidado dos pobres. Na perseguição de Valeriano, o prefeito exigiu que entregasse os "tesouros" da comunidade.
Lourenço pediu três dias e reuniu os pobres, os doentes e os mendigos a quem servia. Apresentando-os, declarou: "Estes são os tesouros da Igreja". A resposta lhe custou a vida.
A tradição narra que foi martirizado sobre uma grelha, mantendo o bom humor até no suplício. Sua coragem e caridade fizeram dele um dos mártires mais venerados de Roma.