Mônica nasceu em Tagaste, no norte da África, no séc. IV. Casada com um marido difícil, que converteu pela paciência, viu o filho Agostinho — brilhante e inquieto — afastar-se da fé e mergulhar em erros e paixões.
Não discutiu: chorou, rezou e seguiu o filho de perto, da África a Roma e Milão, por quase vinte anos. Um bispo a consolou com a frase que atravessou os séculos: "É impossível que pereça o filho de tantas lágrimas".
Viu Agostinho batizado por Santo Ambrósio na Páscoa de 387. Morreu pouco depois, em Óstia, dizendo que nada mais a prendia a esta vida. É a padroeira das mães que rezam pelos filhos.