Policarpo foi discípulo direto do apóstolo São João e bispo de Esmirna, na Ásia Menor — um elo vivo entre os apóstolos e as gerações seguintes.
Preso na perseguição por volta do ano 155, já ancião, recusou-se a blasfemar contra Cristo: "Há oitenta e seis anos o sirvo, e nunca me fez mal algum. Como poderia blasfemar contra o meu Rei e Salvador?"
Foi condenado à fogueira. A ata do seu martírio, escrita pela própria comunidade, é um dos documentos mais antigos e comoventes da Igreja primitiva.