Águeda era uma jovem cristã da Sicília, de família distinta, que consagrou a Deus a sua virgindade. Na perseguição do imperador Décio, por volta do ano 251, recusou as investidas de um magistrado pagão que a desejava.
Despeitado, ele a entregou aos tormentos para que renegasse a fé. Águeda resistiu com coragem serena, repetindo que pertencia só a Cristo, e morreu mártir das torturas sofridas.
Uma das mártires mais veneradas da Antiguidade, seu nome está no Cânon da Missa. Na Sicília é invocada como protetora contra incêndios e erupções do Etna, e é padroeira das mulheres que enfrentam doenças.