Marcelino, sacerdote, e Pedro, exorcista, foram mártires em Roma por volta de 304, na perseguição de Diocleciano.
A tradição conta que, no cárcere, converteram o carcereiro e sua família, e que foram decapitados num bosque que eles mesmos tiveram de limpar. São venerados desde a Antiguidade — tanto que seus nomes entraram no Cânon Romano da Missa.
Testemunhas de que o Evangelho se anuncia até na prisão, e de que a alegria dos mártires desarma os algozes.