Justino nasceu na Samaria e percorreu as escolas de filosofia do seu tempo — estoicos, peripatéticos, platônicos — buscando a verdade. Encontrou-a no cristianismo, "a única filosofia segura e proveitosa", sem nunca tirar o manto de filósofo.
Em Roma, abriu uma escola e escreveu as Apologias dirigidas ao imperador: defendia os cristãos das calúnias e descrevia, pela primeira vez com detalhes, como era a Missa do séc. II — texto precioso até hoje.
Denunciado, recusou-se a sacrificar aos deuses: "Ninguém em seu juízo passa da verdade ao erro". Foi decapitado com seus companheiros por volta de 165.