Carlos Lwanga era chefe dos pajens na corte do rei de Buganda, na África Oriental. Convertido pelos missionários, protegia os meninos da corte das exigências imorais do rei — e os catequizava.
Quando o rei desencadeou a perseguição, Carlos e seus companheiros, muitos deles adolescentes recém-batizados, recusaram-se a renegar a fé. Foram queimados vivos em Namugongo, em 1886, rezando até o fim.
Paulo VI os canonizou em 1964 — os primeiros santos da África moderna. Em poucos anos, a Igreja em Uganda floresceu sobre o sangue deles.