Jorge foi soldado do exército romano, provavelmente na Capadócia, e morreu mártir por volta de 303, na perseguição de Diocleciano, por se recusar a renegar a fé cristã.
A tradição posterior o retrata vencendo um dragão — imagem do combate da fé contra o mal, que fez dele padroeiro de cavaleiros, soldados e de incontáveis cidades e nações, da Inglaterra à Etiópia.
No Brasil, a devoção popular a São Jorge é enorme. Para além das imagens, o que a Igreja celebra é o essencial: um homem que preferiu perder a vida a trair a Cristo.