Cristóvão Magalhães e companheiros são vinte e cinco mártires mexicanos — vinte e dois sacerdotes e três leigos — mortos entre 1915 e 1937, durante a feroz perseguição religiosa que se abateu sobre a Igreja no México, sobretudo no tempo da chamada guerra cristera.
Cristóvão Magalhães era pároco em Jalisco, fundador de um seminário; preso sem julgamento em 1927, foi fuzilado depois de absolver e encorajar seus carrascos. Os outros companheiros — quase todos padres diocesanos — foram presos, torturados e executados por exercerem o ministério, celebrarem a Missa ou recusarem-se a renegar a fé, em tempos em que isso era proibido.
Morreram perdoando e gritando "Viva Cristo Rei!". Canonizados por João Paulo II em 2000, são memória da Igreja mexicana perseguida e fiel, que deu a vida pela liberdade de adorar a Deus.