Rita nasceu na Úmbria, Itália, por volta de 1381. Sonhava com a vida religiosa, mas foi casada jovem com um homem violento. Em anos de paciência e oração, converteu o marido — depois assassinado numa rixa. Perdeu também os dois filhos.
Sozinha, perdoou os assassinos do marido e bateu à porta do convento agostiniano de Cássia. Recusada por ser viúva, foi admitida depois de muita insistência. Viveu décadas de penitência e caridade; recebeu na fronte um espinho da coroa de Cristo, ferida que carregou até a morte.
É invocada como advogada das causas impossíveis e desesperadas — uma das devoções mais populares do Brasil. As rosas vermelhas que a acompanham lembram a que floresceu em pleno inverno, a seu pedido, pouco antes de morrer.