Margarida da Hungria (1242–1271) era filha do rei Bela IV da Hungria. Durante a invasão dos mongóis, seus pais prometeram consagrá-la a Deus se o reino fosse salvo. Cumprida a promessa, foi entregue ainda menina às dominicanas e cresceu num convento na ilha do Danúbio que hoje leva seu nome.
Apesar de princesa, escolheu para si os trabalhos mais humildes e penosos do mosteiro, cuidando dos doentes e servindo as irmãs. Por mais de uma vez recusou propostas de casamento com reis e príncipes, que teriam selado alianças políticas, preferindo permanecer fiel à sua consagração religiosa.
Viveu em rigorosa penitência e morreu jovem, aos 28 anos, com fama de santidade e de milagres. É venerada como exemplo de quem troca a grandeza do mundo pela grandeza escondida do serviço e da oração. Foi canonizada em 1943.