Luzia viveu em Siracusa, na Sicília, e morreu mártir por volta do ano 304, na perseguição de Diocleciano. Jovem cristã, consagrou a Deus a sua virtude e distribuiu seus bens aos pobres, recusando casar-se com um pagão.
Denunciada por ele, foi condenada e morta por permanecer fiel a Cristo. Seu nome vem do latim lux, "luz" — e por isso a tradição a invoca como protetora da visão e da saúde dos olhos.
Muito querida desde a Antiguidade, sua festa cai perto do solstício de inverno: Luzia, "a portadora da luz", anuncia no escuro do Advento a chegada do Sol verdadeiro, que é Cristo.